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Alves RodriguesAdvocacia

Divórcio consensual e litigioso

Encerrar o casamento sem deixar filhos, patrimônio e documentos para depois

O vínculo pode ser dissolvido mesmo sem concordância do outro cônjuge. O cuidado está em escolher a via adequada e organizar, com clareza, o que acontece com bens, dívidas, moradia, nome e responsabilidades parentais.

Atendimento de uma das partes e, quando houver consenso e independência de interesses, orientação para formalização do acordo. Cada situação exige análise individual.

Duas pessoas organizando documentos e decisões práticas relacionadas ao divórcio

Consensual ou litigioso

A via depende do acordo e dos pontos pendentes

Família e patrimônio

Questões diferentes, organizadas sem confusão

Ceilândia e todo o Brasil

Atendimento presencial e online

Escolha da via

O acordo define o caminho, não o direito de se divorciar

Depois da Emenda Constitucional nº 66/2010, não há prazo de separação nem discussão de culpa como requisito para dissolver o casamento. O conflito pode permanecer nos temas acessórios.

Consensual em cartório

Há acordo e os requisitos da via extrajudicial estão preenchidos.

Cláusulas do acordo, documentos, bens, eventual alteração do nome e necessidade de resolver previamente em juízo as questões de filhos menores ou incapazes.

Consensual judicial

Há acordo, mas a homologação judicial é adequada ou necessária.

Partilha, alimentos entre cônjuges, guarda, convivência e contribuição para os filhos, além da clareza e exequibilidade de cada obrigação.

Litigioso

Uma ou mais questões permanecem em conflito ou uma parte não coopera.

Pedidos urgentes, citação, patrimônio, dívidas, filhos, uso da moradia, provas disponíveis e pontos que podem ser decididos separadamente.

Decisões que precisam ser separadas

Divorciar, partilhar e organizar a vida dos filhos não são o mesmo pedido

Cada tema tem requisitos, documentos e efeitos próprios. Um acordo útil deixa claro o que foi resolvido e o que continuará pendente.

O vínculo do casamento

Depois da Emenda Constitucional nº 66/2010, o divórcio não depende de prazo de separação nem de demonstração de culpa. A vontade de um dos cônjuges é suficiente para pedir a dissolução do casamento.

Filhos

Guarda, cidade de referência, convivência e alimentos precisam ser tratados com precisão e a partir do melhor interesse da criança ou do adolescente.

Patrimônio e dívidas

O regime de bens, a data de aquisição, a origem dos recursos, financiamentos, empresas e obrigações comuns influenciam a identificação do que pode integrar a partilha.

Moradia, nome e alimentos

Uso temporário do imóvel, retorno ao nome anterior e eventual obrigação alimentar entre ex-cônjuges são temas distintos e não devem ficar implícitos no acordo ou no processo.

Já existe acordo sobre alguns pontos?

Separar o que está resolvido do que ainda precisa de prova ou decisão pode tornar o caminho mais claro.

Explicar minha situação

Preparação

Documentos úteis para a primeira análise

A lista muda conforme o regime de bens, a existência de filhos e o patrimônio. Não envie documentos sensíveis pelo formulário inicial.

  • Certidão de casamento atualizada
  • Documento de identidade e CPF
  • Pacto antenupcial, se houver
  • Certidões de nascimento ou documentos dos filhos
  • Matrículas atualizadas de imóveis e contratos de financiamento
  • Documentos de veículos, investimentos, quotas e participações empresariais
  • Extratos e comprovantes relacionados aos bens e às dívidas discutidas
  • Declarações fiscais e documentos contábeis pertinentes
  • Comprovantes de despesas dos filhos, quando houver
  • Propostas de acordo, conversas relevantes e decisões judiciais já existentes

Pontos que exigem cuidado

O documento precisa funcionar também depois da assinatura

Transferir um bem, assumir uma dívida ou definir o uso de um imóvel pode exigir providências além do divórcio.

Bens fora do nome do casal

A existência de patrimônio em nome de empresa ou de terceiros não autoriza conclusão automática. Origem, aquisição, titularidade e prova precisam ser examinadas por meios lícitos.

Financiamentos e dívidas

A divisão ajustada entre os cônjuges não altera, por si só, o contrato com banco ou credor. A eficácia perante terceiros e a transferência da obrigação exigem análise específica.

Empresa familiar ou quotas sociais

Partilha patrimonial e ingresso na sociedade são questões diferentes. Contrato social, regime de bens, datas e forma de avaliação precisam ser conferidos.

Violência ou risco patrimonial

Quando há violência doméstica, ameaça, retenção de documentos ou esvaziamento patrimonial, segurança e medidas urgentes devem ser avaliadas antes de uma negociação direta.

Método de trabalho

Como a análise inicial é conduzida

O objetivo é reduzir incertezas, preservar provas e evitar que decisões urgentes sejam misturadas com providências que podem esperar.

  1. 01

    Separar consenso e conflito

    O atendimento identifica o que já está resolvido e o que ainda exige negociação, prova ou decisão judicial. Nem toda divergência precisa contaminar todos os temas.

  2. 02

    Mapear família e patrimônio

    Regime de bens, filhos, imóveis, empresas, financiamentos, dívidas e renda são organizados em uma linha do tempo verificável.

  3. 03

    Escolher a via adequada

    Cartório, homologação judicial ou processo litigioso são avaliados conforme os requisitos, a segurança das pessoas envolvidas e os pontos pendentes.

  4. 04

    Redigir pedidos e obrigações com clareza

    Valores, prazos, responsabilidade por despesas, transferências de bens e regras relacionadas aos filhos precisam ser escritos de forma executável e compreensível.

  5. 05

    Acompanhar averbações e providências posteriores

    A conclusão pode exigir averbação no registro civil e providências em cartórios de imóveis, bancos, empresas, órgãos de trânsito ou outros registros.

Alex Rodrigues Alves, advogado responsável pelo atendimento

Atendimento responsável

Alex Rodrigues Alves

Advogado com formação em Direito, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, além de pós-graduação em Direito Público e Direito Constitucional.

A formação multidisciplinar auxilia na leitura de documentos patrimoniais, financiamentos, rendimentos e participações empresariais sem perder de vista o contexto familiar. O atendimento é conduzido com definição de escopo, cuidado com dados pessoais e comunicação clara sobre possibilidades e limites.

Responsável técnico: Alex Rodrigues Alves
OAB/DF nº 46.260 | OAB/GO nº 64.591 | OAB/SP nº 508.634 | OAB/MG nº 230.667 | OAB/ES nº 44.334 | OAB/PR nº 136.193

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre divórcio

Respostas gerais para orientar o primeiro contato. A conclusão depende dos fatos, dos documentos e das medidas já existentes.

Preciso da concordância do outro cônjuge para me divorciar?

Não para dissolver o casamento. O divórcio é um direito potestativo e pode ser pedido por uma das partes. A falta de acordo, porém, pode tornar litigiosas questões como partilha, guarda, convivência e alimentos.

Qual é a diferença entre divórcio consensual e litigioso?

No consensual, os cônjuges apresentam uma solução comum para os pontos relevantes. No litigioso, uma ou mais questões dependem de contraditório e decisão judicial. Um processo inicialmente litigioso pode terminar por acordo, e um consenso parcial pode reduzir os pontos de disputa.

Divórcio consensual sempre pode ser feito em cartório?

Não. É preciso conferir os requisitos legais e notariais. Havendo filhos menores ou incapazes, a Resolução CNJ nº 35/2007, com redação dada pela Resolução nº 571/2024, permite a escritura desde que guarda, convivência e alimentos tenham sido previamente resolvidos judicialmente.

É obrigatório ter advogado no divórcio em cartório?

Sim. A regulamentação do CNJ exige assistência por advogado ou defensor público. O profissional confere documentos e cláusulas, e o tabelião formaliza a escritura pública.

Posso me divorciar antes de terminar a partilha?

Sim. O Código Civil permite conceder o divórcio sem prévia partilha, e o CPC também prevê que a divisão dos bens pode ocorrer depois quando não houver acordo. A conveniência dessa separação depende do caso e das medidas necessárias para preservar o patrimônio.

O regime de bens resolve sozinho o que será dividido?

Não. O regime é o ponto de partida, mas datas de aquisição, origem dos recursos, sub-rogação, doações, heranças, financiamento e prova documental podem alterar a classificação de cada bem ou dívida.

Quem fica no imóvel durante o processo?

Não existe resposta automática baseada apenas em quem é proprietário ou em quem pediu o divórcio. Moradia dos filhos, segurança, posse, capacidade financeira e medidas urgentes podem influenciar uma solução provisória ou definitiva.

Guarda compartilhada significa dividir o tempo exatamente pela metade?

Não. Guarda compartilhada trata da responsabilidade conjunta pelas decisões. O plano de convivência deve considerar rotina, distância, escola, saúde e interesse dos filhos, sem exigir uma divisão matemática de dias.

Um dos ex-cônjuges sempre recebe pensão?

Não. Alimentos entre ex-cônjuges não são automáticos e dependem de necessidade, possibilidade e circunstâncias como capacidade de trabalho, organização familiar e tempo necessário para eventual transição.

Posso voltar a usar meu nome anterior?

A questão pode ser tratada no divórcio e deve constar de forma clara no ato. Depois, a averbação e a atualização dos documentos pessoais e cadastros exigem providências próprias.

Quanto tempo leva um divórcio?

Não há prazo único. A via escolhida, o grau de consenso, a documentação, a existência de filhos, a complexidade do patrimônio e a necessidade de provas ou medidas urgentes influenciam a duração. Não é responsável prometer um prazo antes da análise.

O atendimento pode ser online?

Sim. O escritório atende online em todo o Brasil e presencialmente em Ceilândia Sul, Brasília/DF, conforme disponibilidade e adequação do caso.

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Contato inicial

Conte o momento atual da separação

Informe se existe acordo, se há filhos, bens ou dívidas e qual ponto precisa de orientação primeiro.

Ao enviar este formulário, você declara estar ciente de que os dados informados serão utilizados para fins de contato e análise inicial da demanda, conforme a Política de Privacidade.

No primeiro formulário, não envie documentos, dados de crianças, informações bancárias ou relatos íntimos detalhados. Se a análise prosseguir, o escritório indicará canal adequado.

Prefere falar diretamente?

Atendimento presencial em Ceilândia Sul, Brasília/DF, e online para pessoas em todo o Brasil.

QNM 01 Conjunto H, Lote 40, Sala 102, Ceilândia Sul, Brasília/DF, CEP 72215-018
Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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